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segunda-feira, 23 de maio de 2011

ATREVIDA; ESQUISITA; ENCRENQUEIRA; FALADEIRA; CIUMENTA E PREGUIÇOSA COM RESSALVAS.


Não vou ficar também me detonando geral na "externete", mas confesso que no rol dos defeitos tem mais itens do que no título do post de hoje.  
Percebi que a "rasgação de seda" de mim, sobre mim mesma (rs) tem sido grande nos últimos dias, nos últimos posts e não tem quem aguente, alguém tão boazinha, nem eu, nem eu.
Sou prática demais para ser uma "Helena" de Manoel Carlos, mas também não tenho o coração no pé necessário para ser uma "Odete Roitman" de Gilberto Braga.
Mas calma!
Estou, sim, mais para Helena do que para Odete.
Não se assustem com o meu súbito post esclarecedor, por que, também, não tenho para contar nenhum "podre" digno das vilãs das novelas do Gilberto ou do Maneco;
A verdade, meus amigos, é, que mudei bastante, e, nem sei mais, como eu sou, para, hoje, descrever-me tim, tim por tim, tim. Sei, quem eu quero ser e quem eu já fui, mas, atualmante, tá tudo meio que em "stand by" minha vida.
***
Atrevida: Minha ousadia é tanta, que eu pensando em solucinar os problemar alheios, muitas vezes, troquei os pés pelas mãos nessa história. Já cometi vários erros nesse sentido, com a desculpa de fazer sempre para o bem. Ocorre, que não tenho esse direito. Hoje eu vejo isso e, apesar, de ter acertado em alguns casos, hoje eu não me intrometo mais na vida dos outros, mesmo que seja para "ajeitar" algo.

Esquisita: Mudo de opinião com a velocidade da luz ou não, mas não pense que é fácil; Tenho convicções fortes e luto por elas; Contudo, costumo analisar os fatos de vários ângulos e não há nada, o que, uma "idéia" ou, um bom convencimento, não façam. Daí, acabo escolhendo o que me parece melhor ao caso, mas, raramente, o que me parece melhor, coincide com a maioria. Não entendeu? O item é esquisita. Outra esquisitice é o que me faz feliz hoje, agora, pode deixar de me fazer feliz de uma ora para outra, dependendo de um simples acontecimento, palavra ou gesto.   

Encrenqueira: Na verdade, eu acho que eu fui, mas como o que eu fui, com o que eu sou, está uma linha limítrofe muito próxima, não sei. Ninguém gosta de confusão, neh, mas devo admitir, que apesar de eu não arrumar, juro, eu, também, não fazia por menos, não desviava, não. (eu tive por muitos anos, pois construi-desconstrui-construi, um pedreiro que me apelidou de Mere confusão. kkkkk. ousadia). Para me aturar com raiva, puta da vida mesmo, são necessário dois, dependendo mais, quem já viu, sabe. Mas hoje sou uma pessoa medrosa, então, acho que, isso, eu "fui" mesmo.

Faladeira: Aí, caí de novo na história do fui ou do sou? De qqr forma, tendo assunto, uai, nois fala demais da conta... e um menda e remanda danado. #piadainterna.

Obs.: fofoca é o fato notório espalhado por sujeito não sabido. O que eu falo eu assumo, inclusive, taí uma coisa que me define, seja na acertada, seja na mancada. Abaixo a cabeça ou não e admito fiz merda.

Ciumenta: Sou sim, mas não sou neurótica com isso. Não sufoco ninguém, especialmente, por que me fazer de indiferente e não demonstrar é minha defesa. Inclusive, meu principal alvo, é solto demais, tão solto que existiam mulheres que pensavam que ele era livre. Graças a Deus, todas se convenceram ou não (problema delas) que ele é meu. É como ele mesmo diz, ele me carrega no coração a todo lugar que vai e eu acredito.
Não digo que não sufoco para parecer legal, não. Não sufoco mesmo... Não vou listar, mas meu marido tem uma lista de atividades sociais individuais bem grandinha e eu também, digo, eu tinha, se eu fosse uma ciumenta isso não caberia, devido a incompatibilidade. Ei, 19 anos de casados. Mas se me perguntarem se eu sou ciumneta, serei obrigada a dizer que sim, mesmo que seja uma coisa medida.    

Preguiçosa: Para o trabalho profissional não, mas para o trabalho doméstico sim, para estudar quando estou fazendo cursinho, pós ou afins não, mas como autodidata sim (um luxo que eu queria aprender).

Bem, apesar dos defeitos, eu me acho legal.